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ATENÇÃO! No sábado, dia 09 de novembro, faremos um Encontro Aberto para tratar do tema da morte: "Olhares sobre a morte: uma discussão filosófica e espiritual". O evento será gratuito e as inscrições já podem ser feitas pelo (31) 3371-6098.

A formação de psicoterapeutas conforme os princípios da Abordagem Centrada na Pessoa

No cenário das teorias sobre a psicoterapia, Rogers introduz uma visão completamente nova, que ele mesmo considera como uma mudança de paradigma. As  teorias vigentes até então (e muitas delas vigoram ainda hoje)  se baseavam num modelo  explicativo  do comportamento, segundo uma visão ortodoxa de fazer ciência, com base na experimentação e busca da objetividade. A psicoterapia  centrava-se na teoria e no terapeuta.


Rogers se opõe a este modelo. Adota o modelo compreensivo  de fazer ciência. Sua prática deixa de ser centrada na teoria e passa a centrar-se no cliente. Valoriza o aspecto vivencial do processo, a relação  terapeuta-cliente pautada nas atitudes de  empatia, congruência e  consideração positiva incondicional pelo cliente. 


“ O que estou dizendo é que  o encontro existencial  é que é importante e que, no momento imediato, do relacionamento terapêutico, a  consciência da teoria não tem um lugar útil. “(Rogers, Tornar-se Pessoa)
“Na medida em que estamos pensando  teoricamente na relação, tornamo-nos expectadores e não participantes  e é como participantes que somos eficientes.”  (Rogers, Tornar-se Pessoa)


Este é o ponto de vista que adotamos como  referência  para o projeto pedagógico de nosso curso de formação de psicoterapeutas.


Daí, surge a questão:  Como facilitar, em nosso aluno, o desenvolvimento das atitudes necessárias para uma prática centrada no cliente?

 
A resposta  também encontramos em Rogers: promovendo uma aprendizagem significativa no aluno,  que considere, não só a dimensão teórica e técnica,  mas vise a uma mudança na própria pessoa do psicoterapeuta.


Por isso, nosso curso alia a dimensão teórica-prática-experiencial, com a vivência do atendimento de clientes e a supervisão. Assim,  além do conhecimento da teoria e das técnicas, o aluno pode desenvolver as atitudes que Rogers denomina facilitadoras do desenvolvimento do cliente.


Acreditamos que:


.... psicoterapia é,  sobretudo, uma  relação interpessoal de boa qualidade;


... é o cliente quem sabe o que é melhor para ele;  podemos confiar nas suas escolhas; ele tem os critérios para  tomar decisões e avaliá-las;


... é necessário deixar de lado a interpretação, o julgamento  e simplesmente facilitar o processo, pelo cliente, de entrada em contato com sua própria experiência;


...  o sucesso do processo não depende da abordagem teórica  do profissional, mas de suas atitudes na relação com o cliente.


É com este modelo e com estas concepções que contribuímos, no Instituto Humanista de Psicoterapia, para o  processo de formação de psicólogos centrados na pessoa.

Ana Maria Sarmento Seiler Poelman
Diretora Executiva do IHP
Professora e supervisora do curso de Formação de Psicoterapeutas




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